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Nutrição e Saúde

Nutrição e Saúde - Alimentação

Uma seção especial com informações e curiosidades sobre leites e seus derivados.

Leite para adultos

Leite para adultos

A idade adulta é o estágio de vida mais longo, já que essa fase se inicia, aos 19 anos, após a adolescência, e termina aos 59 anos, ao tornar-se um idoso. De acordo com Censo brasileiro, mais da metade da população (56%) está dentro dessa faixa etária. Cuidar da saúde nesse período da vida é fundamental, pois o corpo já está formado, mas é preciso mantê-lo saudável para garantir o funcionamento adequado e qualidade de vida futura.

Um dos hábitos mais importantes para uma vida saudável é uma alimentação equilibrada, baseada em alimentos variados em quantidades adequadas, já que a vida adulta é uma fase muito ativa profissional e pessoalmente. Alimentos que podem contribuir com o bom funcionamento do corpo e manutenção da saúde devido à sua composição natural é o leite e seus derivados. Veja algumas vantagens:

- Composição muscular: proteínas de boa qualidade e cálcio, essenciais para a formação e manutenção dos músculos, evitando a perda de massa e força dos músculos, característica do envelhecimento (sarcopenia);

- Saúde dos ossos: além de ser uma fonte de cálcio, também contém fósforo e magnésio, nutrientes envolvidos na manutenção e fortalecimento da saúde óssea, que pode ser prejudicada em decorrência de uma alimentação inadequada. Esses nutrientes são fundamentais para a manutenção dos estoques adequados para garantir melhor saúde óssea a partir da menopausa nas mulheres e andropausa nos homens;

- Hidratação: o leite é composto por 90% de água que contribui para manter a saúde dos tecidos do corpo, a temperatura corporal estável e auxiliar na absorção de nutrientes;

- Defesa do corpo: o leite contribui para o consumo adequado de vitamina A que, além de ser essencial para a saúde dos olhos, estimula a ação das células de defesa do corpo. Além disso, as proteínas do leite, depois de digeridas, são importantes na proteção do corpo;

- Proteção do coração: o consumo de lácteos pode ser um fator protetor contra infartos e doenças cardiovasculares, ou seja, contribui com a saúde do coração ao longo da vida.

O Guia Alimentar para a População Brasileira recomenda o consumo de leite, principalmente, no café da manhã e lanches intermediários para ser consumido puro, com café ou batido com uma fruta, por sua composição naturalmente rica em nutrientes essenciais para manter a saúde! Ainda, a oferta de produtos sem lactose no mercado tem aumentado, permitindo que os intolerantes à lactose também possam aproveitar os benefícios do leite com segurança.     

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

  1.       I.         Bonjour JP, Kraenzlin M, Levasseur R, Warren M, Whiting S. Dairy in adulthood: from foods to nutrient interactions on bone and skeletal muscle health. J Am Coll Nutr. 2013;32(4):251-63.
  2.      II.         Brasil. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Censo demográfico.  2010.
  3.    III.         Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica.  Guia alimentar para a população brasileira / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. – 2. ed. – Brasília : Ministério da Saúde, 2014.
  4.    IV.         Hernádez-Ledesma B, García-Nebot MJ, Fernández-Tomé S, Amigo L, Recio I. Dairy protein hydrolysates: Peptides for health benefits. Int Dairy J. 2014;38:82-100.
  5.      V.         NEPA-UNICAMP. Tabela brasileira de composição de alimentos. 4. ed. rev. e ampl. Campinas: NEPA-UNICAMP,2011.
  6.    VI.         Pereira PC. Milk nutritional composition and its role in human health. Nutrition. 2014 Jun;30(6):619-27.
  7.   VII.         Qin LQ, Xu JY, Han SF, Zhang ZL, Zhao YY, Szeto IM. Dairy consumption and risk of cardiovascular disease: an updated meta-analysis of prospective cohort studies. Asia Pac J Clin Nutr. 2015;24(1):90-100.

02/12/2015

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Alimentação ovolactovegetariana – boas opções de alimentos fonte de proteínas

Alimentação ovolactovegetariana – boas opções de alimentos fonte de proteínas

A dieta ovolactovegetariana é caracterizada pela exclusão do consumo de carnes vermelhas, frango e peixes, alimentos ricos em proteínas de alta qualidade, nutrientes que participam da construção e manutenção dos tecidos do corpo (pele, cabelo, unhas e músculo), além da produção de substâncias essenciais ao funcionamento do corpo, como as enzimas, as células de defesa e os hormônios. No entanto, tal dieta permite a inclusão de alimentos com importante valor nutricional, principalmente no que diz repeito ao teor de proteínas de alta qualidade:
Leite, queijos, coalhada e iogurtes: além de serem alimentos muitos versáteis, os produtos lácteos possuem, em diferentes proporções, dois tipos principais de proteínas de alta qualidade – a caseína e a famosa proteína do soro do leite (whey protein). Além disso, destacam-se alguns micronutrientes, como o cálcio, o fósforo e o magnésio, minerais essenciais à saúde dos ossos e dentes, além das vitaminas A, e do complexo B, importantes para o sistema de defesa do corpo e para o fornecimento de energia, respectivamente;
Ovos: com um sabor muito apreciado, os ovos são fontes de um tipo muito importante de proteína, a albumina. Além disso, destaca-se pelo teor de selênio, um importante antioxidante e das vitaminas D, B12 e colina, importante à saúde óssea, ao fornecimento de energia do corpo e à saúde do cérebro, respectivamente.
Alguns alimentos como as leguminosas (feijões, lentilha, grão de bico, soja, ervilha) também possuem boa quantidade de proteínas e devem ser incluídos na alimentação diária, no entanto, é preciso estar atento, pois não apresentam proteínas completas.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
1. Tabela Brasileira de Composição de Alimentos (TACO) - 4a. edição.
2. Otten JJ, Hellwig JP, Meyers LD,editors. Dietary Reference Intakes: The Essential Guide to Nutrient Requirements. Washington, DC: The National Academies Press; 2006.
3. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de atenção à Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Coordenação – Geral da Política de Alimentação e Nutrição. Guia alimentar para a população brasileira: promovendo a alimentação saudável. Brasília: Ministério da Saúde, 2006.

14/04/2015

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Como se alimentar de forma saudável fora de casa

Como se alimentar de forma saudável fora de casa

A correria da vida moderna faz com que cada vez mais as pessoas se alimentem fora de casa, não é mesmo? Tal fator pode provocar o consumo inadequado de alimentos ricos em gordura, açúcares e sal, acarretando alguns problemas de saúde e, até mesmo, o ganho de peso. No entanto, a adoção de alguns hábitos saudáveis no dia a dia pode auxiliar esse quadro:
Ao escolher o local para o seu almoço, prefira os restaurantes que ofereçam um cardápio colorido e bastante variado;
Inicie sua refeição pela salada. Lembre-se que a metade do prato deve ser preenchida com verduras e legumes. Para o tempero, evite os prontos. O limão, o azeite e os molhos caseiros a base de frutas e iogurtes são boas opções;
Procure colocar no prato apenas um alimento rico em carboidratos. Escolha entre o arroz, o milho, a batata, o macarrão ou a mandioca. Quando possível, dê preferência aos alimentos integrais, os quais possuem maior aporte de vitaminas, minerais e fibras;
Para as carnes, prefira as mais magras, como os peixe, o frango, o patinho, o lagarto e o filé mignon;
Além do tipo de alimento, é importante atentar-se ao modo de preparo do mesmo. Prefira as preparações assadas, cozidas ou grelhadas, as quais, geralmente, apresentam menor adição de gordura.
Caso necessite comprar os lanches na rua, prefira as saladas de fruta ou opções de salgados assados. Com essas dicas, torna-se possível se alimentar fora de casa sem deixar a saúde de lado!

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
APN - Associação Portuguesa dos Nutricionistas. Comer bem, fora de casa – Um guia para escolhas alimentares saudáveis. Coleção E-books APN: N.º 29, Novembro de 2013. Disponível em: http://www.apn.org.pt/xFiles/scContentDeployer_pt/docs/Doc1613.pdf.
Carvalho, D. P.; Afonso, C.; Padrão, P.; Morais, C.; Franchini, B. Alimentação saudável, dentro e fora de casa. Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto – FCNAUP, 2014. Disponível em: http://www.fcna.up.pt/wp/wp-content/uploads/2013/10/E_BOOK_2014_Final_Alimenta%C3%A7%C3%A3o-Saud%C3%A1vel-Dentro-e-Fora-de-Casa.pdf.

14/04/2015

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O que é um nutracêutico?

O que é um nutracêutico?

Há muito tempo sabe-se da importância de se ter uma alimentação saudável como forma de prevenir e tratar doenças. Como já dizia Hipócrates: “Deixe o alimento ser o seu remédio e o remédio seu alimento.” Historicamente, a utilização de alimentos com a finalidade de reduzir o risco de doenças se iniciou no Japão na década de 1980 e, a partir de então, várias foram as pesquisas realizadas que demonstraram a importante conexão entre determinados nutrientes e a promoção da saúde.
O aumento da preocupação com a saúde e a necessidade de se ter uma alimentação balanceada de forma rápida e prática impulsionou as indústrias alimentícias e farmacêuticas a investirem numa nova classe de produtos: os nutracêuticos.
O termo nutracêutico foi adotado pela Foundation Innovation in Medicine, dos Estados Unidos, e pode ser definido como um alimento, ou parte de um alimento, que proporciona benefícios à saúde, incluindo prevenção ou tratamento de doenças. Pode ser um nutriente isolado, na forma de cápsulas ou comprimidos, um suplemento dietético, um produto herbal ou um alimento processado como cereal, sopa ou bebida. Ainda, os nutracêuticos podem ser classificados como: fibras dietéticas, ácidos graxos poliinsaturados, proteínas, vitaminas, minerais, antioxidantes, entre outros.
De certa forma, a utilização dos nutracêuticos pode ser considerada aliada à manutenção da saúde, no entanto, deve ser acompanhada de bons hábitos, como a alimentação saudável e a prática de exercícios físicos, além de serem consumidos somente após a indicação de um nutricionista.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
COZZOLINO, S. Nutracêuticos: o que significa? In: ABESO – Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica. Fev, 2012, p. 5-7. Disponível em: http://www.abeso.org.br/pdf/revista55/artigo.pdf.
BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolu- ção n. 18, de 30 de abril de 1999. Aprova o Regulamento Técnico que Estabelece as Diretrizes Básicas para Análise e Comprovação de Propriedades Funcionais e ou de Saúde legadas em Rotulagem de Alimentos. Brasília, 1999.

14/04/2015

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Substitutos ao arroz branco

Substitutos ao arroz branco

O arroz foi, provavelmente, o principal alimento e a primeira planta cultivada na Ásia Oriental e, nos dias de hoje, está presente na alimentação de todo o mundo. No Brasil, o arroz branco é bastante consumido com o feijão, um prato muito típico. No entanto, existem outros alimentos nutritivos que podem ser utilizados em substituição ao arroz branco, contribuindo para uma alimentação variada:
Arroz integral: além de ser uma ótima fonte de carboidratos, um nutriente fundamental para o corpo manter-se ativo, o arroz integral não passa pelo processo de refinamento, como o arroz branco, por isso, sua camada externa permanece intacta, mantendo uma maior quantidade de vitaminas, minerais e fibras, que auxiliam o bom funcionamento do corpo e do intestino;
Arroz preto e arroz vermelho: são os tipos de arroz mais ricos em compostos com ação antioxidante, os quais auxiliam o combate contra os radicais livres, prevenindo o envelhecimento precoce e auxiliando o sistema de defesa do corpo. O sabor é bastante apreciado;
Milho: além de ótima fonte de energia, o milho é um alimento rico em vitamina B3, a qual auxilia o funcionamento do sistema nervoso e participa da formação das células do sangue. O milho também contém boa quantidade de fósforo e magnésio, minerais importantes à saúde dos ossos, além das fibras, essenciais ao bom funcionamento do intestino;
Cevadinha: a cevada em grãos é rica em selênio, um mineral fundamental ao sistema de defesa do corpo, além de ser fonte de manganês e magnésio, importantes à saúde dos ossos e dentes, e de vitamina B1, a qual participa do metabolismo de carboidratos, gorduras e proteínas, essencial ao fornecimento de energia para o corpo. A boa quantidade de fibras também é destaque neste alimento;
Quinoa: é fonte de proteínas de alta qualidade, ou seja, possui todos os aminoácidos que o corpo necessita, além de conter boa quantidade de gorduras boas, como: ômega-3, ômega-6 e ômega-9, as quais auxiliam a proteção do coração.
Que tal inserir esses alimentos em seu dia a dia? Uma alimentação variada é capaz de ofertar diversos nutrientes essenciais à saúde!

REFERÊNCIAS BIBILIOGRÁFICAS
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Coordenação-Geral da Política de Alimentação e Nutrição. Guia alimentar para a população brasileira: promovendo a alimentação saudável. Brasília: Ministério da Saúde; 2006.
USDA – United States Department of Agriculture. National Nutrient Database for standard Reference. Software v. Release 1.0 3/30/12.

14/04/2015

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Manteiga

Manteiga

A origem da manteiga causa muitas dúvidas entre os pesquisadores, no entanto, é provável que tenha surgido ainda na pré história, quando o homem começou a domesticar os animais. Atualmente, a manteiga é um dos alimentos mais produzidos e consumidos em todo o mundo. 

Esse produto é composto basicamente pelo creme do leite (nata) batido até engrossar. Depois, a mistura é manuseada até adquirir sua nova forma sólida. O destaque nutricional da manteiga está na grande quantidade de vitamina A, sendo que em apenas uma ponta de faca de manteiga é possível alcançar 6% da necessidade diária dessa vitamina importante à visão e ao sistema de defesa do corpo. 

No entanto, por tratar-se de um alimento com alto teor de gorduras, é importante atentar-se à quantidade consumida. Com moderação e fazendo parte de uma alimentação saudável, a manteiga, com sua consistência e sabor único, pode ser apreciada em pães, torradas e até mesmo no preparo de algumas receitas culinárias! 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

EMBRAPA http://www.agencia.cnptia.embrapa.br/gestor/tecnologia_de_alimentos/arvore/CONT000girl7f3902wx5ok05vadr1ty2i4zd.html. Acesso em: 14 de Janeiro de 2015. 

Otten JJ, Hellwig JP, Meyers LD,editors. Dietary Reference Intakes: The Essential Guide to Nutrient Requirements. Washington, DC: The National Academies Press; 2006.

Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). Departamento de Informática em Saúde. Tabela de Composição Química dos alimentos. Extraída de: USDA Nutrient Database for Standard Reference, Release 14, 2001.  

02/04/2015

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Fome Oculta, você sabe o que é?

Fome Oculta, você sabe o que é?

Atualmente, a preocupação com o excesso de peso da população é um tema muito recorrente, no entanto, existem outros aspectos relacionados a má alimentação, entre eles, a chamada Fome Oculta. Segundo a Organização Mundial da Saúde, Fome Oculta é a necessidade de um ou mais nutrientes, sem que haja sinais de carência, mas alterações silenciosas que podem trazer malefícios à saúde. 

A Fome Oculta é consequência de uma alimentação escassa em quantidade ou, ainda, pobre em nutrientes, que não necessariamente está relacionada com mudanças do peso e traz sintomas como: cansaço, fraqueza, irritabilidade, dores musculares e alterações na pele. Para manter uma alimentação adequada e evitar possíveis carências nutricionais e seus consequentes prejuízos à saúde, é importante:


.Consumir alimentos ricos em carboidratos (arroz, massa, batata, pão), os quais devem ser a base da alimentação;

.Consumir 3 porções de vegetais e 3 porções de frutas ao dia, variando sempre o tipo do alimento;

.Não esquecer dos alimentos ricos em proteína (carne vermelha, frango, peixe, ovo, leite, queijos, iogurte);

.Incluir alimentos que apresentam gorduras boas (castanhas, peixe, azeite).

A ingestão de todos os grupos de alimentos de maneira balanceada e variada é o ponto chave para fornecer ao corpo energia e os nutrientes necessários à uma boa qualidade de vida! 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

1. De Angelis, Rebeca Carlota. Fome Oculta: bases fisiológicas para reduzir seus riscos através de alimentação saudável. São Paulo; Atheneu; 2001. 236 p. ilus, tab, graf.

2. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Coordenação-Geral da Política de Alimentação e Nutrição. Guia alimentar para a população brasileira: promovendo a alimentação saudável. Brasília: Ministério da Saúde, 2006.

04/02/2015

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