Nutrição

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A importância do consumo de leites e derivados por crianças e adolescentes

29 DEZ 2016

Até os 6 meses de vida, o bebê deve consumir apenas o leite materno, pois ele, isoladamente, é capaz de oferecer todos os nutrientes que a criança necessita para crescer e se desenvolver durante esse período. Além disso, em virtude das suas propriedades anti-infecciosas, o leite materno as protege contra diferentes infecções desde os primeiros dias de vida. Após os seis meses devem ser introduzidos outros alimentos para complementar a nutrição da criança, porém, a Organização Mundial da Saúde recomenda que a amamentação seja praticada até os dois anos de idade ou mais.

Após essa idade, o leite e seus derivados devem ser introduzidos, afinal, trazem muitos benefícios à saúde da criança, pois:

-        São fontes de proteínas de alta qualidade, nutrientes com uma importante função estrutural, ou seja, responsáveis pela construção e manutenção dos tecidos corporais, como a pele, o cabelo, as unhas e os músculos, essenciais à essa fase da vida;

-        São as principais fontes alimentares de cálcio, um mineral fundamental ao crescimento e a manutenção da saúde dos ossos e dentes. A infância e a adolescência são os períodos de maior aumento da massa óssea, para ambos os sexos. Ainda, embora as perdas ósseas (osteopenia e osteoporose) se manifestem, geralmente, nos idosos, a predisposição para elas tem início na infância e na adolescência. Por isso, os benefícios a longo prazo da correta ingestão de cálcio durante o crescimento, se traduzem em redução de doenças muitas décadas depois;

-        O leite também apresenta uma quantidade bastante elevada de água, o que contribui para o consumo diário de líquidos, essencial ao bom funcionamento do corpo.

O Guia Alimentar para a População Brasileira orienta, para crianças acima de dois anos, o consumo diário de 3 porções de leites e derivados. As porções são medidas usuais, por exemplo, no caso do leite, 1 porção corresponde a 1 copo de 200mL!

 

REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS

Até os 6 meses de vida, o bebê deve consumir apenas o leite materno, pois ele, isoladamente, é capaz de oferecer todos os nutrientes que a criança necessita para crescer e se desenvolver durante esse período. Além disso, em virtude das suas propriedades anti-infecciosas, o leite materno as protege contra diferentes infecções desde os primeiros dias de vida. Após os seis meses devem ser introduzidos outros alimentos para complementar a nutrição da criança, porém, a Organização Mundial da Saúde recomenda que a amamentação seja praticada até os dois anos de idade ou mais.

Após essa idade, o leite e seus derivados devem ser introduzidos, afinal, trazem muitos benefícios à saúde da criança, pois:

-        São fontes de proteínas de alta qualidade, nutrientes com uma importante função estrutural, ou seja, responsáveis pela construção e manutenção dos tecidos corporais, como a pele, o cabelo, as unhas e os músculos, essenciais à essa fase da vida;

-        São as principais fontes alimentares de cálcio, um mineral fundamental ao crescimento e a manutenção da saúde dos ossos e dentes. A infância e a adolescência são os períodos de maior aumento da massa óssea, para ambos os sexos. Ainda, embora as perdas ósseas (osteopenia e osteoporose) se manifestem, geralmente, nos idosos, a predisposição para elas tem início na infância e na adolescência. Por isso, os benefícios a longo prazo da correta ingestão de cálcio durante o crescimento, se traduzem em redução de doenças muitas décadas depois;

-        O leite também apresenta uma quantidade bastante elevada de água, o que contribui para o consumo diário de líquidos, essencial ao bom funcionamento do corpo.

O Guia Alimentar para a População Brasileira orienta, para crianças acima de dois anos, o consumo diário de 3 porções de leites e derivados. As porções são medidas usuais, por exemplo, no caso do leite, 1 porção corresponde a 1 copo de 200mL!

 

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